• Wix Facebook page
  • Instagram Social Icon

O pequeníssimo rasto de uma imagem talvez reconhecida transforma-se ao ponto de desafiar quem a vê a localizá-la. O nosso impulso

é catalogar e atribuir funções aos objectos, posicioná-los no tempo e no espaço. Na era da omnipresença dos ecrãs tornámo-nos argutos na descoberta de padrões no meio do caos da sobredose de imagens. E no entanto os objectos desta série, parecendo-nos familiares, resistem-nos.

 

 

As imagens foram expostas entre Outubro e Novembro de 2013 na Pickpocket Gallery, em Lisboa. 

 

outras informações aqui

 

Esta série de fotografias resulta da transformação digital de imagens captadas por processos fotoquímicos. A artificialidade é assumida e assiste estas imagens naquele que é o seu objectivo: extrair da realidade a estrutura das coisas, a sua síntese visual, e não a deixar contaminar-se por elementos de contexto.

 

Quantas imagens vemos um dia?